Reprodução Assistida e Muito Desejada

O desejo de ser mãe e poder gerar em seu ventre seu próprio filho é um anseio de grande parte das mulheres. No entanto, a realização desse sonho nem sempre acontece de forma natural. Para muitos casais heterossexuais com problemas de infertilidade, casais homossexuais femininos ou mulheres que desejam produção independente, há a necessidade de se recorrer à reprodução assistida. Esse recurso reprodutivo da medicina pode ser dividido em dois grandes grupos: os mais simples que ocorrem dentro do corpo da mulher (coito programado, inseminação intrauterina), e os mais complexos e modernos que ocorrem fora do corpo feminino (fertilização in vitro, o qual também dispõe de diversas técnicas).

Nessa seara de opções de reprodução assistida chegamos à melhor opção: a modificação, no mês passado, da Resolução Normativa por parte do Conselho Federal de Medicina que autoriza mulheres acima de 50 anos de idade a realizar procedimentos de fecundação assessorada. É claro que essa liberação não é indiscriminada. Para que ocorra, é preciso que o tratamento esteja condicionado à fundamentação técnica e científica e que médico e pacientes assumam os riscos em termo de consentimento livre e esclarecido. Mas, mesmo com essas condições, mais uma porta se abre para aquelas mulheres que ainda acalentam o sonho de ser mãe pela primeira vez, ou mães novamente. E isso é muito bom!

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Foto: Pinterest

Afinal, se a mulher está em boas condições de saúde aos 50 e poucos (ou muitos) anos (fato cada vez mais comum em nossa sociedade) porque não tentar? Não devemos desperdiçar as oportunidades que nos são dadas. E se, por motivos dos mais variados, a gravidez ainda não aconteceu, ou se quer repetir a dose, é muito bom que a medicina esteja trabalhando para possibilitar que tenhamos não somente uma vida cada vez mais saudável e longa, mas também que possamos usufruir dessa maior quantidade de dias plenamente – através da realização dos nossos desejos – sem ter tanto a restrição com os limites orgânicos. Tomara que um dia possamos ser assim como os homens, e consigamos gerar filhos sem ter tanta preocupação com o passar ininterrupto (e às vezes cruel) dos relógios cronológico e biológico.

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