Dialógos sobre a Maternidade Romântica

Cheguei atrasada com a publicação desta semana sobre o tema do universo materno-infantil. Mas deu para chegar ;). E trouxe um Post diferente: trago aqui o link de um texto de outro Blog  “Vegana é a sua Mãe” e uma entrevista de uma filósofa francesa que saiu no site Delas. O que há de comum nos dois textos? O debate sobre a maternidade romântica.

Antes de tudo, quero dizer que considero a maternidade  um momento único e incomparável na vida de uma mulher. No entanto, ser único não quer dizer que seja somente bom. Nem somente ruim. Quer dizer apenas que é singular, uma experiência de mudanças, dedicação e abdicação que dificilmente será repetida. E que para cada pessoa essa vivência vai ser diferente, mais fácil ou mais difícil, mais ou menos prazerosa.

Ao trazer esse tema quero abrir espaço para que todas as mães se exponham e falem o que sentem. Ajudar a defender o direito que as mulheres têm de não acharem que  ser mãe é dom, obrigação e sacerdócio. As afirmações apresentadas nos textos que trago hoje são opiniões e sentimentos reais, portanto devem ser ouvidos e respeitados, ainda que não sejam os nossos sentimentos. Ou que até sejam, mas mantemos escondidos pom medo e vergonha de nós mesmas por tais ideias. Enfim, independente de nos identificarmos ou não, que saibamos entender as dificuldades e limitações do outro. E que consigamos gerar em nós não somente vidas, mas principalmente, compaixão com as pessoas que sentem diferente de nós.

Portanto, melhor do que minhas palavras, são as falas de Julia e Elizabeth que deixo hoje no Blog.

baby-blues-depressão

2 comentários sobre “Dialógos sobre a Maternidade Romântica

  1. Quando fiquei grávida, achei que seria tudo diferente comigo justamente pela bendita maternidade romântica. Ficaria feliz para sempre, daria conta de tudo, seria boa mãe, boa esposa… Mas a realidade não é bem assim. Isso porque eu sempre quis ser mãe, e de quatro filhos. Era uma louca! Hoje, passados quase três anos, posso dizer que minha rotina está um pouco adaptada. Não completamente. Porém é muito bom ser mãe. A gente erra, tentando acertar. Sofremos com a dor do nosso filho e às vezes me pego pensando na dor que é enterrar um filho, pois já tive amigas e familiares que passaram por isso. Mas estamos aí, buscando forças, sei lá daonde, acordando cedo pra colocar o filho na creche, ir para o trabalho, dar conta de casa, estar bonita para o marido, participar de encontros sociais, tentar levar a vida da melhor forma possível. Acho que somos as melhores administradoras do tempo porque conseguimos dar conta de tudo, ou quase tudo rs.

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    1. Olá Dami Silva, fico grata pelo seu depoimento. Muitas mães sentem como você e acham que estão erradas ou fora da curva, pois parecem não estar dentro do padrão de mãe e mulher modelo. Isso não existe, e tenho certeza de que você é a melhor mãe que pode ser e que isso já é o suficiente para seu filho!

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